Na semana passada tivemos a primeira parte da trilogia sobre a história dos games de carros, se você não leu, confira aqui.

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Preparados? Então coloque a ficha, aperte os cintos, ready, set, GO!

OutRun

OutRun

6 – OutRun (Fliperama – 1986)
Esse clássico da SEGA fez tanto sucesso que foi lançado para 18 plataformas diferentes, além do fliperama! Trazendo o gameplay simples de simplesmente atravessar os Estados Unidos de costa a costa em um intervalo determinado dirigindo uma Ferrari ao lado de sua namorada, trazia gráficos belíssimos para a época e permitia que o motorista escolhesse a música a ser tocada durante a viagem, além de permitir a escolha de caminho durante o jogo acabando com a clássica linearidade do gênero. Espetáculo a parte era a máquina, que permitia que se dirigisse dentro de um gabinete em forma de Ferrari com som estéreo. Uma maravilha dos 16 bits!

Super Monaco GP

Super Monaco GP

7 – Super Monaco GP (Mega Drive – 1989)
Finalmente trouxe um simulador, excelente por sinal, para um sistema doméstico. Mas mais que um jogo de corrida com excelentes gráficos e jogabilidade excepcional Super Monaco GP permitia que o jogador vivesse todos os altos e baixos de um piloto profissional, começando em uma equipe fraca, com veículos menos sofisticados e dificuldades financeiras e galgar lugares nas equipes líderes do ranking de construtores. Foi o jogo responsável por fazer muito garoto implorar por um Mega Drive (eu fui um deles). Sua sequência, que conta com a presença de Ayrton Senna, é ainda melhor!

Hard Drivin

Hard Drivin

8 – Hard Drivin’ (Fliperama – 1989)
Massificou a primeira experiência em 3D REAL para um jogo automobilístico. Utilizando gráficos vetorizados primitivos permitia que além de dirigir em um cenário totalmente tridimensional o jogador ainda pudesse escolher a câmera durante o jogo e acompanhar replays de suas batidas e acidentes vistos pela câmera de um helicóptero. O sucesso do jogo da Atari (sim, aquela mesma do console) garantiu versões para outras plataformas, incluindo o Mega Drive e inspirou outros clássicos como Stunts, que segue o mesmo princípio e foca em acrobacias e evoluções muito mais trabalhadas como Virtua Racing.

F-Zero

F-Zero

9  – F-Zero (Super Nintendo – 1990)
Maravilhou a garotada no início dos anos 90 com uma das experiências mais velozes e fluídas já vistas em jogos de corrida. Usando o “Mode-7”, uma funcionalidade presente no console da Nintendo capaz de rotacionar a imagem simulando 3D e usando uma paleta de cores monumental fez muito gente suar com sua dificuldade. Se Super Monaco GP fez a garotada pedir um Mega, F-Zero fez muita gente pedir um Super Nintendo!

Super Mario Kart

Super Mario Kart

10 – Super Mario Kart (Super Nintendo – 1992)
Nunca encontrei quem não gostasse de Super Mario Kart, nem que seja apenas no modo batalha. O jogo aproveitou o potencial de rotacionar o cenário usado em F-Zero e o povoou com um dos jogos de corrida mais simpáticos e divertidos já desenvolvidos. Usando personagens famosos da série Mario, visual muito bonito lembrando desenho animado, pistas bem desenhadas e com obstáculos diversos e divertidos “power-ups” trouxe muita risada e pancadaria pra frente da TV. O foco deste jogo é vencer, preferencialmente ferrando seu adversário. Quem nunca acertou seu oponente com um casco de tartaruga quando ele estava prestes a passar pela linha de chegada não sabe o que é satisfação 🙂 !

Na semana que vem teremos a próxima parte da nossa trilogia, aguarde.

Nota do Editor: O Rodrigo Rubio é engenheiro, marketeiro e colecionador de videogames, apaixonado por tecnologia, carros e comida japonesa, não necessariamente nessa ordem!

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A História dos Games Vs. Carros – Parte 2/3 – Geek Sobre Rodas