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Peugeot não quer fusão com Fiat

Fiat Peugeot e Citriën

Parece que a crise já não anda assustando tanto algumas montadoras. Se no ano passado, no epicentro do “terremoto” financeiro alguns executivos falavam abertamente em fusões e compras de fabricantes, agora há quem aposte que pode se dar melhor que seu rival. A Peugeot, por exemplo, deixou de ver com bons olhos a junção com a Fiat, negócio que era dado como natural até o começo do ano.

Mas a família Peugeot teria dito a um jornal europeu que não só não quer a fusão com a Fiat como acredita que pode ganhar mercado com a quebra de outros fabricantes em situação mais precária. Os “Peugeot” possuem 30% do capital da empresa – o restante pertence ao grupo PSA.

Ricardo Meier Citroën, Fiat, Peugeot , , ,

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  1. 17, março, 2009 em 18:57 | #1

    Acho bom que essa fusão não ocorra pois temo uma grande queda na respeitabilidade e principalmente o inovadorismo do grupo Peugeot.

  2. rr09
    17, março, 2009 em 21:55 | #2

    Os Fiat são tidos como veículos de segunda linha na Europa.

    Se querem algo a mais de um produto do grupo os Europeus, devem comprar Alfas, Maserattis, Ferrarias etc…

    Mas no Brasil (que é tido pelos Europeus como mercado de produtos de terceira categoria!) ela foi lider por sete anos!

    Na Argentina, apanha feio! O Palio, na maioria das vezes é o oitavo em vendas.

  3. guilherme camargos
    18, março, 2009 em 08:26 | #3

    Quer vcs queiram ou não o fato é que A Fiat segue firme na sua trajetória de sucesso tanto no Brasil quanto na Europa.
    É uma questão de números (faturamento , lucros ) e de prestígio ( Alfa , Ferrari , Lancia ).
    É uma das únicas que estão bem posicionadas em meio à turbulênia global.
    Têm modelos de muito prestígio: Punto , Croma , Bravo , Cinquecento.
    Mas têm um porém: no Brasil seus carros são fabricados em Minas Gerais e nós brasileiros só temos olhos para o que vêm do Rio e São Paulo.
    Se a fábrica fosse em São Bernado ou Anchieta tudo bem , os carros seriam ótimos !
    Bom Dia .

  4. guilherme camargos
    18, março, 2009 em 08:27 | #4

    DIGO , TURBULÊNCIA GLOBAL

  5. rodrigo
    18, março, 2009 em 11:50 | #5

    Eu como ex-proprietário e ex-admirador de carros Fiat posso afirmar que quem tem a perder nessa estória é a própria Peugeot. A Fiat foi no passado uma marca de segunda categoria, conforme citado, em muitos mercados, inclusive o brasileiro e o europeu, mas vem ganhando terreno com ótimos produtos. Mas atualmente está decaindo, hoje o que percebo, pelo menos no Brasil, é que a Fiat é muito mais marketing do que qualidade e cedo ou tarde o consumidor acaba percebendo isso.
    Agora há de se convir também que a Peugeot nunca foi uma marca de prestígio, só vende bem na França, e no Brasil é reconhecida pela fragilidade e alto valor das peças e da desvalorização de seus modelos, apesar de contar com produtos de alta tecnologia embarcada. Tal e qual a Fiat na década de 80 e 90… Por isso acho que o melhor, para ambas, seria essa fusão. Mas como esse tipo de negócio é uma faca de 2 gumes (haja visto a fracassada tentativa da Mercedez-Chrisler) em tempos de crise é melhor não arriscar.

  6. rr09
    18, março, 2009 em 21:34 | #6

    Preconceito por serem fabricados em MG??? Que “me…” de opinião é esta?

    Se fossem feitos na conchinchina e fossem produtos de encher os olhos e não esvaziarem os bolsos, seriam muito mais bem aceitos, mas não são.

  7. fernando
    19, março, 2009 em 15:09 | #7

    É curioso o preconceito contra a FIAT. Atualmente é a quarta colocada na Europa (superando GM e Renault)e possui a linha mais ecológica (leia-se tecnológica) com menores emissões, isto antes dos novos motores Multiair que estão muito à frente da concorrência.
    Poderiam ser melhores? Sem dúvida, pecam ainda no acabamento e não tem a confiabilidade dos japoneses, o design também está se reeguendo depois de alguns horrores.
    Mas, com todo respeito, nem PSA (PegeoutCitroen) nem Renault tem o patrimônio tecnológico da FIAT (sem contar com a Ferrari e a Maserati).
    Boa noite!!

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