Renault Sandero 2015

Renault Sandero 2015

Na época em que chegou ao Brasil, em 2007, o Sandero surpreendeu. Até então, a Renault vendia apenas o sedã Logan, com visual nada atraente, mas resolveu tentar desenhar um hatch com cara própria, afinal não dáva para fazer um Logan hatch. O resultado ficou bem melhor do que o esperado, mas o carro era tão simples quanto seu irmão de três volumes.

A estratégia da Renault gerou bastante repercussão em 2008 a ponto de surgirem comentários de fãs do carro, mesmo ele sendo novo no mercado. Não é absurdo imaginar que o departamento de marketing da empresa estava espalhando textos elogiosos ao carro na rede com o intuito de criar uma espécie de viral entre os leitores de blogs, público-alvo do carro. A novidade é que agora, com a segunda geração e com uma grande quantidade de clientes, o Sandero já não tem mais o que provar.

Mas, afinal, ele é bom mesmo ou apenas uma esperta jogada de marketing?

Hoje podemos dizer que o Sandero tem qualidades que dispensam qualquer ação artificial para vendê-lo. Se antiga geração decepcionava pelo interior cheio de plásticos, a atual está bem melhor, mesmo onde dominam os tão criticados plásticos. O conteúdo também avançou e conta até com a elogiada central multimídia MediaNav, além de controles satélite no volante e outros mimos.

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A Renault também foi esperta ao manter o mesmo espaço interno, o grande diferencial do modelo. Faltam coisas? Sim, ainda há o que evoluir, sobretudo na direção, que é hidráulica e pesada, e no câmbio manual de trocas duras. O motor, ao contrário, mesmo não sendo novo é econômico e potente. Ou seja, entre tantas opções atualmente, o Sandero está entre as melhores.

Renault Sandero 2008, o primeiro: evolução nítida

Renault Sandero 2008, o primeiro: visual era um dos poucos pontos fortes

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Renault Sandero: bom mesmo ou jogada de marketing?